Chip do Cartão Não Funciona: Quando Trocar e Quanto Tempo Demora a Nova Via?

Chip do cartão não funciona? Veja quando pedir segunda via, o prazo típico de entrega, como usar o virtual enquanto espera e como não confundir defeito com bloqueio.

Por Equipe CartãoIA Publicado em 29/08/2026 Atualizado em 10/10/2026 15 min de leitura

Resposta rápida: se o chip do cartão de crédito não funciona, confira no aplicativo se o plástico está ativo, desbloqueado e com limite. Teste uma única vez em outro terminal confiável; se o erro se repetir, não force nem entregue o cartão a alguém para “consertar”. Use cartão virtual, carteira digital ou outro meio de pagamento e peça uma nova via no canal oficial do emissor. Não há prazo único: a entrega costuma levar alguns dias úteis nas capitais e pode chegar a uma ou duas semanas no interior — confirme tarifa, prazo, número novo, assinaturas e destino do cartão antigo antes de fechar o pedido.

Atualização de outubro de 2026: este guia agora responde primeiro à pergunta de quem já concluiu que o chip está com defeito — quando trocar e quanto tempo demora a nova via — com uma tabela de prazos típicos de entrega e o que fazer enquanto a substituição não chega.

O que você vêCausa mais comumPróximo passo
Chip falha em várias maquininhasDefeito físico, sujeira ou plástico danificadoPare de insistir e peça nova via no canal oficial
Só uma maquininha recusaTerminal com falhaConfirme se a compra caiu e teste uma vez em outro local confiável
App mostra bloqueio ou alertaSegurança, atraso ou antifraudeSiga o roteiro de cartão bloqueado pelo banco
Cartão vencido ou validade perto do fimPlástico expiradoVeja cartão vencido e segunda via
Aproximação falha, chip funcionaNFC desligado, antena ou terminalConfirme a função no app antes de trocar o cartão
Cartão preso no caixaRetenção do plásticoBloqueie e use o guia de cartão retido no caixa eletrônico

Um cartão pode parar de funcionar porque o chip está sujo ou danificado, o plástico foi dobrado, a função por aproximação está desativada, a validade terminou, o banco aplicou um bloqueio de segurança ou a maquininha está com falha. Esses cenários parecem iguais no caixa, mas não exigem a mesma providência.

A prioridade é separar defeito físico, recusa da transação e bloqueio da conta. Trocar o plástico não resolve falta de limite de crédito, compra fora do perfil, senha bloqueada ou fatura em atraso. Da mesma forma, insistir em várias maquininhas não recupera um chip trincado e ainda pode expor o cartão a terceiros.

Este guia explica como testar com segurança, quando pedir substituição, como manter pagamentos essenciais e o que fazer se houver tarifa ou golpe. Se a falha for só de aproximação, combine este roteiro com o de pagamento por aproximação e o alerta de golpe da maquininha. O conteúdo é educativo e não substitui o contrato, o diagnóstico do emissor nem orientação jurídica para um caso individual.

Primeiro: identifique qual função deixou de operar

Um cartão físico reúne mais de uma forma de pagamento. Antes de pedir nova via, observe exatamente onde ocorre a falha:

  • chip: a maquininha não lê, mostra erro ou pede reinserção;
  • aproximação (NFC): o cartão funciona inserido, mas não encostado;
  • tarja magnética: pode ser usada em situações específicas, mas não deve ser tratada como solução universal;
  • compras online: dependem de número, validade, CVC, autenticação e regras do emissor;
  • carteira digital: usa um token vinculado ao cartão e pode continuar ou parar após a troca;
  • saque: depende do caixa eletrônico, senha, função habilitada e condições do produto.

Abra o aplicativo oficial e procure o status do cartão. Veja se ele está bloqueado, vencido, aguardando desbloqueio, cancelado ou com alguma função desativada. Se o plástico acabou de chegar, siga o procedimento de como desbloquear o cartão antes de concluir que existe defeito. Se o app já mostra bloqueio de segurança, atraso ou cancelamento, o problema pode não ser o chip: use o guia de cartão bloqueado pelo banco ou o de cartão vencido e renovação.

Confira também validade, limite disponível e alertas do banco. Um cartão pode ser recusado mesmo fisicamente intacto; o guia sobre cartão recusado mesmo com limite ajuda a investigar autorização, segurança e estabelecimento sem confundir tudo com chip quebrado.

Chip não funciona: passo a passo seguro

1. Pare de repetir a operação

Se a maquininha falhou, pergunte se a transação foi aprovada antes de tentar novamente. Uma resposta incompleta no terminal pode gerar compra pendente ou até uma cobrança duplicada quando o pagamento é repetido no impulso.

Abra o aplicativo e confira as notificações. Se não houver lançamento e o estabelecimento confirmar a falha, faça no máximo um teste em outro terminal confiável. O erro em uma única maquininha não prova defeito do cartão; a repetição em equipamentos diferentes é um sinal mais útil.

Não permita que o atendente leve o cartão para outro ambiente. Mantenha o plástico à vista e cubra o teclado ao digitar a senha. Se alguém pedir foto, CVC, token ou código de SMS para “validar o chip”, interrompa o atendimento.

2. Verifique o estado físico

Observe se há:

  • trinca ou dobra no plástico;
  • chip solto, riscado, escurecido ou descolado;
  • partes separando nas bordas;
  • sinais de calor ou deformação;
  • tinta, cola, gordura ou sujeira sobre o chip;
  • corte próximo à antena de aproximação;
  • nome, validade ou números ilegíveis.

Para sujeira superficial, passe com cuidado um pano macio e seco. Não use álcool, solvente, lixa, objeto metálico, borracha abrasiva, secador, água ou cola. O cartão não deve ser aberto, prensado ou aquecido. Se o dano é visível, pare de usar e solicite substituição.

Também não tente “reviver” o chip inserindo o plástico repetidas vezes ou dobrando-o dentro do terminal. Além de agravar o defeito, isso pode fazer o cartão ficar preso na maquininha.

3. Use outro meio de pagamento

Se precisar concluir uma compra legítima, prefira:

  • cartão virtual no aplicativo oficial;
  • carteira digital já configurada, como Apple Pay ou Google Pay;
  • outro cartão sob seu controle;
  • Pix ou débito, se o valor e o destinatário estiverem corretos;
  • pagamento posterior, quando o fornecedor permitir sem custo indevido.

Não aceite link de pagamento enviado por número desconhecido apenas porque o chip falhou. Confirme o canal do estabelecimento e o valor antes de pagar. O guia sobre golpe de link de pagamento mostra os sinais de página falsa e engenharia social.

4. Fale com o emissor

Use o aplicativo, o site digitado por você ou o telefone oficial. Informe:

  1. data e local das tentativas;
  2. mensagem exibida na maquininha;
  3. se o erro ocorreu em mais de um terminal;
  4. se aproximação, chip, compra online ou carteira digital ainda funcionam;
  5. se há dano físico visível;
  6. se surgiu lançamento pendente ou duplicado;
  7. se o cartão foi molhado, dobrado, aquecido ou retido.

Peça ao atendente que diferencie defeito do plástico de bloqueio de segurança. Se for necessária nova via, confirme prazo, endereço, eventual tarifa e efeitos sobre serviços vinculados. Guarde o protocolo.

Quanto tempo demora a nova via?

Não existe um prazo único definido em lei para a entrega de segunda via por chip danificado. O que existe, na prática, é um tempo típico informado pelo emissor no protocolo, que varia conforme região, modalidade de envio e volume de emissão:

SituaçãoTempo típico de entregaO que observar
Capital ou região metropolitana, pedido pelo appEm geral alguns dias úteisConfira o rastreio e o endereço cadastrado
Interior ou área de difícil acessoPode levar de 1 a 2 semanasPeça o prazo explícito no protocolo
Substituição urgente / retirada em agência (quando disponível)Pode ser no mesmo dia ou em 1 dia útilNem todo emissor oferece essa opção
Cartão virtual ou carteira digital já ativosUso imediato enquanto o plástico não chegaConfirme se o cancelamento do plástico antigo afeta o virtual
Prazo do protocolo vencido sem entregaCobrança imediata ao emissorGuarde protocolo, rastreio e prints do app

Esses tempos são referências de mercado, não garantias. Se o rastreio parar, o endereço estiver errado ou o prazo informado vencer sem entrega, use o guia de cartão que não chegou e cobre o emissor pelo canal oficial. Enquanto espera, priorize cartão virtual, carteira digital ou outro meio sob seu controle — não aceite “ativação” por link, Pix ou motoboy.

Aproximação não funciona, mas o chip funciona

A falha do NFC não significa necessariamente que todo o cartão morreu. Primeiro, confira no aplicativo se o pagamento por aproximação está habilitado. Alguns emissores permitem desligar a função; certas transações também podem exigir chip e senha como medida de segurança.

Faça o teste apenas em terminais confiáveis. Se a aproximação falhar em uma loja, mas funcionar em outra, o problema pode estar no equipamento. Se falhar repetidamente em locais diferentes e o chip continuar normal, registre o caso com o emissor e pergunte se a substituição é recomendada.

Não bata o cartão na maquininha nem deslize por toda a tela. Encoste-o na área indicada por alguns segundos e aguarde a resposta. Se aparecer cobrança e o caixa disser que falhou, confira o aplicativo antes de repetir.

Para reduzir a dependência do plástico, uma carteira digital tokenizada pode ser alternativa quando disponibilizada pelo emissor. Ainda assim, tokenização não corrige dano físico nem elimina a necessidade de substituir um cartão comprometido.

O cartão ficou preso na maquininha ou no caixa eletrônico

Se o plástico ficar preso em terminal de loja, peça que o responsável interrompa o equipamento sem levar o cartão para fora da sua vista. Não permita desmontagem improvisada. Se ele não sair de forma normal, bloqueie o cartão no aplicativo e fale com o emissor.

Em caixa eletrônico, permaneça em local seguro, anote identificação do equipamento e contate o banco pelo canal oficial. Não aceite ajuda de desconhecido, não redigite a senha por orientação de terceiro e não ligue para adesivo suspeito colado no terminal.

Quando não for possível recuperar o cartão imediatamente sob controle do banco, trate o plástico como comprometido: bloqueie, peça cancelamento e monitore a fatura. O roteiro de cartão perdido ou roubado é útil porque a prioridade passa a ser impedir uso indevido, e não apenas restaurar o chip.

Se aparecer compra que você não reconhece, siga o procedimento de cartão clonado e compra não reconhecida sem esperar a nova via chegar.

O banco pode cobrar pela nova via?

A possibilidade de tarifa depende do contrato, da tabela do emissor, da causa da troca e das condições da oferta. Perda, roubo, dano por mau uso, defeito de fabricação e substituição automática não são necessariamente tratados da mesma maneira.

Antes de concluir o pedido, pergunte:

  • haverá cobrança?
  • qual é o valor total?
  • qual item do contrato ou tabela fundamenta a tarifa?
  • o defeito foi classificado como mau uso ou falha do cartão?
  • existe isenção quando o plástico chegou defeituoso?
  • a entrega da substituição tem custo separado?

O consumidor deve receber informação clara sobre preço e serviço. Se o cartão apresentou defeito sem causa aparente, chegou sem funcionar ou a tarifa contraria a oferta, conteste por protocolo e guarde fotos do estado físico, data de recebimento e registros das tentativas.

Não deixe a fatura inteira vencer por causa da tarifa discutida. Pergunte formalmente ao emissor como tratar o valor contestado e pague a parte reconhecida conforme a orientação registrada, evitando rotativo e pagamento mínimo por um conflito separado.

O que muda quando a nova via é emitida

A substituição pode alterar número, validade, CVC e token das carteiras digitais. Em outros casos, parte dos dados é mantida. Não presuma: confirme no aplicativo e com o emissor.

Revise:

  • assinaturas de streaming e aplicativos;
  • contas em débito automático no cartão;
  • carteiras digitais;
  • cartão virtual;
  • compras parceladas já existentes;
  • hotéis, locadoras e serviços com pré-autorização;
  • cartões adicionais ligados à mesma conta;
  • alertas de compra e limites por categoria.

Compras parceladas legítimas normalmente continuam na conta mesmo quando o plástico é trocado, pois a dívida está vinculada ao contrato, não à capacidade física do chip. Já assinaturas podem migrar automaticamente ou falhar, conforme emissor, bandeira e estabelecimento. Acompanhe as próximas faturas e use o inventário de assinaturas recorrentes para não perder serviços essenciais nem manter cobranças esquecidas.

Se o cartão antigo estava cadastrado em muitos sites, aproveite para excluir dados onde não precisa mais comprar. Para novas compras online, considere usar cartão virtual e manter alertas de gastos ativos.

Como descartar o cartão antigo

Primeiro, confirme no aplicativo ou por protocolo que o plástico antigo foi cancelado. Depois, destrua chip, tarja magnética, número, validade e código de segurança antes de descartar. Distribua os pedaços em resíduos diferentes quando possível, sem deixar os dados reconstruíveis.

Não devolva o cartão a motoboy que apareceu após uma ligação. O chamado golpe do falso funcionário pode começar justamente com a alegação de que o chip está defeituoso e precisa ser recolhido. O fraudador já pode conhecer parte dos seus dados e tenta obter o plástico e a senha.

Bancos não precisam que você entregue senha, token ou código de SMS para emitir nova via. Também não é necessário fazer uma transferência, um Pix ou uma compra de teste para “ativar a substituição”. Veja outras práticas preventivas em como evitar fraudes no cartão e no portal Antifraudes da Febraban.

Quando escalar a reclamação

Comece pelo atendimento do emissor e guarde o protocolo. Se houver recusa, tarifa não explicada, demora sem prazo ou falha de segurança, use o SAC e depois a ouvidoria da instituição.

Organize a reclamação com:

  • identificação do cartão apenas pelos últimos quatro dígitos;
  • data em que o defeito começou;
  • funções afetadas;
  • fotos sem expor todos os dados;
  • protocolos e respostas;
  • valor da tarifa questionada;
  • compras pendentes, duplicadas ou não reconhecidas;
  • solução desejada: bloqueio, substituição, isenção, estorno ou correção cadastral.

Se a empresa participar, o Consumidor.gov.br permite registrar a demanda. O Procon pode orientar sobre informação, oferta, qualidade do serviço e cobrança. Para instituição supervisionada, também existe o canal de reclamação do Banco Central do Brasil (BCB). O BCB não substitui o processo de atendimento nem decide indenização individual, mas a manifestação integra sua supervisão.

Quando a discussão envolve prova, responsabilidade por fraude, dano relevante ou interpretação do Código de Defesa do Consumidor, procure orientação adequada ao caso concreto.

Checklist de troca segura

  • Confirmei no aplicativo se o cartão está ativo e desbloqueado?
  • Verifiquei validade, limite e alertas do emissor?
  • Evitei repetir o pagamento sem conferir a transação anterior?
  • Testei no máximo em outro terminal confiável?
  • Não raspei, colei, dobrei nem aqueci o cartão?
  • Bloqueei o plástico se ficou preso ou saiu da minha vista?
  • Pedi a nova via somente no canal oficial?
  • Confirmei tarifa, prazo e endereço de entrega?
  • Perguntei o que acontece com cartão virtual e carteira digital?
  • Revisei assinaturas e alertas?
  • Destruí o cartão antigo apenas depois do cancelamento?
  • Guardei protocolos e acompanhei a fatura?

Perguntas frequentes

Quanto tempo demora a segunda via de um cartão com chip danificado?

Não há prazo único em lei. Na prática, a substituição pedida pelo aplicativo costuma sair em alguns dias úteis nas capitais e regiões metropolitanas, e pode levar de uma a duas semanas em cidades do interior ou áreas de difícil acesso — confirme o prazo informado no protocolo. Enquanto a nova via não chega, use cartão virtual ou carteira digital se o emissor mantiver esses meios ativos. Se o prazo vencer sem rastreio ou entrega, cobre o emissor pelo canal oficial com o número do protocolo.

O que fazer quando o chip do cartão não funciona?

Confirme no aplicativo se o cartão está ativo, desbloqueado e com limite disponível. Faça no máximo um teste em outro terminal confiável e, se o erro continuar, pare de insistir. Use outro meio de pagamento, bloqueie o plástico se houver risco e peça diagnóstico ou nova via ao emissor pelo canal oficial. Não entregue o cartão nem informe senha a terceiros para suposto conserto.

Como saber se o problema é chip danificado ou bloqueio do banco?

Abra o aplicativo oficial e veja o status do cartão, alertas de segurança, validade e limite. Se o app mostra bloqueio, fraude, atraso ou cartão cancelado, o plástico pode estar intacto e o problema é operacional. Se o status está normal, mas o erro se repete em terminais diferentes com dano ou leitura falha, trate como defeito físico e peça nova via.

Posso limpar o chip do cartão?

Você pode remover sujeira superficial com pano macio, seco e sem produto químico, sem raspar o chip, dobrar o plástico ou molhar o cartão. Se houver trinca, descolamento, chip solto, aquecimento ou dano visível, não tente reparar em casa. Peça substituição ao emissor, pois uma gambiarra pode agravar o defeito ou expor os dados.

O banco pode cobrar pela segunda via de cartão danificado?

A cobrança depende do contrato, da tabela de tarifas, do motivo da substituição e da política do emissor. Peça informação prévia sobre o valor e a justificativa. Se o defeito surgiu sem mau uso, o cartão chegou com problema ou a cobrança contraria a oferta, registre contestação por protocolo e, se necessário, procure ouvidoria, Consumidor.gov.br ou Procon.

A aproximação não funciona, mas o chip funciona. Preciso trocar o cartão?

Primeiro confirme no aplicativo se a função por aproximação está habilitada e se não existe bloqueio de segurança. Alguns pagamentos também podem exigir inserção do chip e senha. Se a aproximação falhar repetidamente em terminais diferentes, mas o chip funcionar, comunique o emissor e pergunte sobre substituição; não conclua que toda maquininha está com defeito.

Posso usar o cartão virtual enquanto espero a nova via?

Sim, quando o emissor mantém ou libera um cartão virtual no aplicativo oficial. Confirme se o bloqueio ou cancelamento do plástico antigo afeta o número virtual, carteiras digitais e assinaturas. Use apenas em estabelecimentos confiáveis, ative alertas e não deixe de revisar a fatura enquanto a substituição está em andamento.

Conclusão

Chip com falha não deve ser tratado com insistência ou improviso. Primeiro, confira no aplicativo se o problema é físico, de segurança, de limite ou de ativação. Depois de um teste controlado em terminal confiável, pare de usar o plástico se o erro se repetir ou se houver dano visível.

Peça a substituição pelo canal oficial, confirme tarifa, prazo típico de entrega e efeitos sobre pagamentos vinculados e monitore a fatura. Enquanto a nova via não chega — em geral alguns dias úteis nas capitais, podendo chegar a uma ou duas semanas no interior — cartão virtual ou carteira digital podem manter compras legítimas, desde que continuem ativos e sejam usados com segurança. Nunca entregue o cartão ou a senha a um suposto funcionário e não faça pagamento para “liberar” a nova via.


Este conteúdo tem caráter educativo e informativo. Não constitui aconselhamento financeiro ou jurídico. Tarifas, prazos, bloqueios, cartões virtuais e procedimentos de substituição variam conforme emissor e contrato. Confirme as condições nos canais oficiais e procure os órgãos competentes quando necessário.

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Fontes e Referências

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Aviso: Este conteúdo é apenas informativo e não constitui aconselhamento financeiro. Consulte um profissional qualificado antes de tomar decisões financeiras.

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